segunda-feira, 27 de abril de 2009

1ª Semana do Meio Ambiente da TV Escola




Leia mais...

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Coquetel de enzimas transforma biomassa em combustível para carros a hidrogênio

Carro a lenha

Ao imaginar o carro do futuro, no que você apostaria: em um carro com células a combustível alimentadas por hidrogênio ou em um carro a lenha?
Não esteja tão certo da resposta, porque é bem possível que as duas sejam apenas faces diferentes de uma mesma moeda - é uma questão de esquecer a imagem de toras de madeira crepitando para alimentar uma caldeira a vapor.
Pesquisadores norte-americanos criaram uma complexa mistura de enzimas que é capaz de consumir a celulose de pedaços de madeira, capim e diversos outros tipos de biomassa e liberar hidrogênio, que pode ser consumido diretamente pelas células a combustível.


Poção mágica


Com uma mistura de 14 enzimas, uma coenzima, biomassa de plantas não-alimentícias e água aquecida a 32º C, os pesquisadores produziram hidrogênio puro o suficiente para ser injetado diretamente em uma célula a combustível.

A célula a combustível usa o hidrogênio para produzir eletricidade, liberando água como subproduto. A eletricidade é usada para alimentar os motores elétricos do carro.
O processo é tão rápido quanto a produção natural do hidrogênio por fermentação e tem um rendimento energético maior do que a energia química armazenada em açúcares - o mais elevado rendimento na produção de hidrogênio já reportado até hoje a partir de materiais celulósicos.


Hidrogênio de alta qualidade


"Além de converter a energia química do açúcar, o processo também converte a energia termal, de baixa temperatura, em energia contida em um hidrogênio de alta qualidade," diz o professor Percival Zhang, da Universidade Virginia Tech.
A pesquisa é resultado do aprimoramento da descoberta original, anunciada há cerca de dois anos, quando o processo ainda era ineficiente e pouco robusto e era baseado em amido extraído de plantas utilizadas na alimentação (veja Amido gera hidrogênio para alimentar células a combustível de automóveis).


Bibliografia:Spontaneous High-Yield Production of Hydrogen from Cellulosic Materials and Water Catalyzed by Enzyme CocktailsXinhao Ye, Yiran Wang, Robert C. Hopkins, Michael W. W. Adams, Barbara R. Evans, Jonathan R. Mielenz, Y.-H. Percival ZhangChemSusChemMarch 2009Vol.: 2 Issue 2, Pages 149 - 152DOI: 10.1002/cssc.200900017


Links desta notícia
Virginia TechChemSusChem




Leia mais...

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Atividades experimentais nas aulas de Química

A ausência de atividades experimentais é apontada tanto por professores quanto por alunos do ensino médio como um dos principais motivos de deficiência no ensino, tanto de Química, quanto de Biologia ou de Física. Os motivos da não realização de experimentos são os mais diversos, vão desde a não existência de um local adequado até a excessiva carga horária enfrentada pelos professores que não raramente chega a trinta horas semanais em sala de aula.

Ao destacar tais motivações para a não realização de experimentos para se ensinar Ciências, podemos também perguntar: a Licenciatura tem sido capaz de auxiliar na desmistificação da Ciência ou tem feito prevalecer os conteúdos específicos em detrimento dos pedagógicos? A experimentação no ensino de Química em especial, apresenta-se como um tema que não esgota suas possibilidades haja vista, as constantes reformulações pelas quais o ensino como um todo vem passando no decorrer de cada nova lei educacional vigente.
Além disso, existe o fato sempre presente e lembrado pela maioria dos professores e professoras de que a experimentação possui o poder motivador intrínseco, algo relacionado ao lúdico e ao despertar da capacidade de aprendizagem. Professores e alunos concordam que a experimentação “aumenta a capacidade de aprendizado, pois funciona como meio de envolver o aluno nos temas em pauta” (Giordan,1999).

SAIBA MAIS:

Leia mais...

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Pesquisadores preveem perda de 80% do gelo do Ártico em 30 anos

WASHINGTON, EUA (AFP) - A camada glacial do Ártico poderá sofrer uma redução de até 80% nos próximos 30 anos, adverte um estudo publicado nesta quinta-feira nos Estados Unidos sobre os efeitos do aquecimento global no planeta.

"A superfície do mar Ártico coberta de gelo no final do verão poderá não passar de um milhão de km2 em 2040, contra 4,6 milhões de km2 hoje", estimam os autores do estudo realizado pela Universidade do Estado de Washington e pela administração americana para a atmosfera e os oceanos (NOAA).

Os pesquisadores aplicaram modelos de previsão nos quais levam em conta as últimas evoluções da camada glacial no Ártico, que sofreu uma "redução espetacular" no final dos verões de 2007 e de 2008, quando a superfície de gelo se viu limitada a 4,3 e 4,7 milhões de km2, respectivamente.

A média destes seis modelos "permite prever um Ártico praticamente sem gelo dentro de 32 anos, revelam Muyin Wang, climatologista da Universidade de Washington, em Seattle, e o oceanógrafo do NOAA James Overland.

Segundo Wang e Overland, os modelos precedentes, elaborados em 2007, previam esta redução apenas para o final do século XXI, por volta de 2100.

"Tanta água livre poderá ser benéfica para a circulação marítima e para a extração de minerais e petróleo, mas também será um problema de adaptação do ecossistema", adverte o estudo.

Leia mais...

Visitas Recentes

Visitantes:

Mapa de Visitas

Química-DERP © Publicação By Marco Antonio Gimenes.

TOPO